secom bahia

Arrow
Arrow
Slider

ASSISTA AS ENTREVISTAS TRANSMITIDAS AO VIVO

Youtube

chacaras porto fino only

rancho tres lagoas

julho 2018
D S T Q Q S S
« jun    
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
293031  






:: ‘Ronney Rocha’

Artigo: Por uma consciência cívica e patriota

por Ronney Rocha*

 

10418519_956580911075967_2424490034447857029_n

Infeliz é a nação cujos líderes maiores, tem em sua confiança a autonomia das decisões – em beneficio de si mesmos e seu patrimônio – e sorriem de camarote a desgraça de seu povo, como “safadões do dinheiro público“, num forró nacional e milionário da corrupção, enquanto o povo ‘dança‘ sob a ode do maucaratismo mais irrecuperável, as notas d’um choro de filhos sem creche, sem merenda, sem hospital, sem remédio, sem dignidade.

Por um Brasil novo, país que proporcione melhorias mais igualitárias a todos, devemos nos furtar a defender nomes para o cargo mais alto do executivo nesse momento de instabilidade e fragilidade das instituições. “Cultura é equilíbrio intelectual reflexão crítica, senso de discernimento, aborrecimento frente a qualquer simplificação, a qualquer maniqueísmo, a qualquer parcialidade.” Noberto Bobbio filósofo, político, escritor italiano 1509-2004.

Nosso país continental com incontáveis riquezas e reservas naturais deve buscar uma reflexão que os homens passarão, mas as instituições permanecem e isso de agora em diante deve existir em todos os poderes, sejam quais forem as esferas.

Uma das exigências que deve se tornar em LEI para que possa ser de fato cumprida por aquele que vai exercer cargo eletivo é uma vida política ativa, de propostas e serviços já prestados a comunidade, pois assistimos cotidianamente pessoas que, até parecem ter boas intenções para tomar conta das funções públicas, mas chegam ao poder sem quaisquer projetos de viabilização e que traduzam os reais interesses do povo e suas comunidades; pessoas que fazem do cargo eletivo uma carreira profissional e estabelecem metas particularizadas e grupais com o objetivo de se manterem no poder e nele permanecerem, com pseudo-projetos sustentados em propagandas bem produzidas por gênios da publicidade, porém distantes de uma política pública de qualidade, com a coragem, compromisso, robustez e capacidade para resolver problemas que se arrastam por muitas décadas.

Um país que tem uma educação pública vergonhosamente comprometedora, de tão inviável transformação. Nas duas ou três décadas por vir poderemos ter uma geração com qualificação profissional muito distante de uma nação que aspira a classificação de primeiro mundo. Não bastasse, uma saúde pública precária em todos as aspectos, e enferma pela corrupção que amputa-lhe os braços de recursos que permitem as condições básicas para o salvamento de tantas vidas.

A infra-estrutura é o pior e mais escandaloso gargalo, convertida em ralo para desvio do dinheiro público, sob aégide das ‘grande obras’, como Transposição do São Francisco, quando a rodovia transamazônica não é asfaltada, As obras da Copa quando, nas quais o Brasil perdeu para Alemanha, e deixou muitos hospitais novos públicos com obras inacabadas e uma notória dilapidação do patrimônio público.

Infeliz é a nação cujos líderes maiores, tem em sua confiança a autonomia das decisões – em beneficio de si mesmos e seu patrimônio – e sorriem de camarote a desgraça de seu povo, como “safadões do dinheiro público“, num forró nacional e milionário da corrupção, enquanto o povo ‘dança‘ sob a ode do maucaratismo mais irrecuperável ao som do choro dos filhos sem creche, sem merenda, sem hospital, sem remédio, sem dignidade.

 “Agora assista aí de camarote
Eu bebendo gela, tomando Cîroc
Curtindo na balada, só dando virote”

E assim caminha a humanidade brasileira, para um desmantelo sem fim. Fico com Rui Barbosa: “só há um caminho, o da Lei e Justiça”. Que o tempo amadureça o despertar da.

*Ronney RochaÉ “um menino da roça” como se auto define, mas com um olhar urbano e imprescindivelmente veloz da realidade que cerca o cotidiano conquistense. Comentarista político, Ronney é austero na palavra escrita e falada, não poupa uma virgula, nem se nega aos pontos continuativos e contrapontos finais.

Artigo: Urbi et Orbi (Para a Cidade e Para o Mundo)

por Ronney Rocha*

10418519_956580911075967_2424490034447857029_n

Ao acompanharmos diariamente pela mídia as atividades da Operação Lava Jato,  que prende a todo tempo cada vez mais ‘poderosos’ e sobretudo pessoas eleitas pela confiança popular, traduzida no trágico voto democrático, confirmamos a injustificável ‘falha’ e vergonha proporcionadas pela IMPUNIDADE , a mais terrível das enfermidades sociais que assolam a nação

 

 

O Brasil vive um momento explicitamente comprometedor e instável proveniente de vícios no poder e principalmente na prática política. Sabe-se lá desde quando – talvez desde sempre – prevaleceram os interesses pessoais, o que desencadeou e alimentou em todos os poderes e esferas o maior lamaçal de corrupção, nunca antes visto – ou pelo menos descoberto – na República Federativa.

Ao acompanharmos diariamente pela mídia as atividades da Operação Lava Jato,  que prende a todo tempo cada vez mais ‘poderosos’ e sobretudo pessoas eleitas pela confiança popular, traduzida no trágico voto democrático, confirmamos a injustificável ‘falha’ e vergonha proporcionadas pela IMPUNIDADE , a mais terrível das enfermidades sociais que assolam a nação.

O processo midiático na propagação dessa operação vem desgastando os interesses do país, como investimentos de capital estrangeiro que geraria emprego e renda, além de gerar uma permanente oscilação cambial, que dentre outros transtornos, provoca quedas subsequentes na bolsa de valores, e deste modo travando qualquer possibilidade de retorno ao mínimo crescimento.

Ainda essa semana o Congresso Nacional colocará em votação o Projeto de Lei de Abuso de Autoridade, o qual reputo como um dos mais relevantes nos atuais interesses da nação.  Um Projeto de Lei que não inviabiliza, nem interfere em nada na “Lava Jato“, ficando portanto o Congresso Nacional debaixo da expectativa popular em cumprir seu papel de legislar com altivez, garantindo desta forma o instrumento legal para que o judiciário faça valer seu devido cumprimento enquanto Lei aprovada e vigente.

Sonho seria? Mas alguém, n’algum canto, escola, igreja, ou ainda que num puteiro, alguém, – algum pai, mãe, estudante ou profissional do direito ao sexo, e até de repente, não mais que de repente, um sexagenário que nem vote mais, mas queira um pais com menos desigualdades no futuro de seus netos – espera dessa Lei, uma vez sancionada, um instrumento efetivo que coíba, ataque e extinga os abusos em todos os lugares e instâncias.

Como consequência – sonho maior? – a cobrança do saudoso e extinto respeito ao cidadão cumpridor de seus deveres legais. Quem nos dera, que nem n’uma simples blitz de trânsito voltasse a existir abusos, e nas delegacias de polícia e ou em repartições públicas e privadas!

Outro projeto importantíssimo é do fator previdenciário com 14 milhões de desempregados. Com mais de 80% da população brasileira recebendo um salário mínimo essa conta não vai fechar nunca, diante de um rombo na Previdência Social, que se arrasta por muitas décadas. Alguém terá de ser o suficiente corajoso da história para enfrentar a opinião pública e reorganizar a contabilidade nacional e o momento propício é agora.

O Brasil precisa de investimentos maciços e menos burocrático para gerar riquezas, trabalhos e renda para melhor qualidade de vida de sua população erradicando a corrupção para alcançar saúde e educação pública de qualidade para todos, essa visão obtusa de só se aposentar a quem ainda pode gerar produção não deve ser tratado com mesquinhez e sim por ato de grandeza em querer mais.

Por fim, penso e ‘voto’ para que o Congresso resgate credibilidade em face dos interesses do país e aprove esses dois projetos de fundamental importância, que refletirão em um ‘futuro’ mais justo, mais equilibrado e mais produtivo.

*Ronney Rocha – É “um menino da roça” como se auto define, mas com um olhar urbano e imprescindivelmente veloz da realidade que cerca o cotidiano conquistense. Comentarista político, Ronney é austero na palavra escrita e falada, não poupa uma virgula, nem se nega aos pontos continuativos e contrapontos finais.


digaí governador logo


calendario
new color

new color

sintravc

sintravc

hinode


WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia